Correndo, correndo, sem nenhuma escapatória. Escuro, estava muito escuro. Nunca havia visto algo asssim. Acho que se correr mais rápido irei me salvar. Não! Não! Ele me alcançou! Socorro! Socorro! Me large! Eu virei para olhar o rosto de meu perseguidor, o que provavelmente seria a última coisa que veria na minha vida. Mas, quando finalmente consegui esticar meu pescoço e olhar para trás, vi meu novo professor. Lhilson. Tive um segundo de choque, depois lutei com o dobro da força de antes. Ele parecia estar em choque também, mas assim que viu que eu me soltei de seu aperto de aço, correu atrás de mim tão rápido quanto antes, em uma velocidade inumana e me alcançou de novo em menos de um segundo. Quando me agarrou pelas costas de meu vestido, o que eu só notei que estava usando agora. Era longo e bufante, do jeito que as debutantes usam e do jeito que eu nunca usaria. Era vermelho sangue, com rubis no decote que era muito fundo para mim, e na bainha. Haviam jóias nos meus dedos, em minhas orelhas, e um colar delicado entre meus seios. Meus cabelos estavam soltos em uma cascata dourada pelas minhas costas. Eu poderia admirar aquilo por muito tempo se não estivesse sendo puxada de uma forma rude para trás. Quando Lhilson terminou de me puxar, eu estava sendo abraçada por trás, apertada contra seu peito forte. Lhilson estava vestindo um terno chique combinando com meu vestido, o que me fez pensar em algém que ia ao baile, mas estava fugindo de seu parceiro. Quando ele me virou para ficar de frente á si, começei a entrar em pânico. Começei á tentar chutar seu corpo, que estava perto demais do meu. Mas, ao ver que eu estava começando a me refazer do choque e lutar novamente, me pressionou ainda mais nele. Quando Lhilson começou a aproximar seu rosto do meu, pensei no pior, que ele iria abusar de mim, mas ele parou com o rosto á um milímetro do meu, e fechou os olhos. No momento em que ele fechou os olhos, começei á sentir uma dor insuportável, que começou na raíz dos cabelos e foi até a ponta dos dedos de meu pé. Eu berrei. Mas berrei com nunca em minha vida. Aquela dor não era nada comparada á dor de perder os pais. Olhei no fundo de seus olhos. Eles agora estavam vermelhos, pura maldade. Eu berrei de novo e de repente tudo escureceu.
Melody acordou gritando e suando frio. Fora apenas um sonho devido ao dia horrrível que ele tivera e que estava para se repetir. Ela olhou para o relógio. 10:10h. Alguém estava pensando nela. Melody se levantou da cama, a escola começario em uma hora e ela tinha que se arrumar.
Ontem, depois de se trancar no quarto, um funcionário do hotel havia vindo ver como ela estava, provavelmente á serviço de sua avó, que estava em uma reuniçao ou coisa parecida. Quando o funcionário viu o rosto vermelho de tanto chorar dela, o sujeito logo avisou a vó dela o esado em que sua neta se encontrava. Pelo jeito, Maria pensou que a depressão de Melody era devido sua ausencia na vida de Melody ,então, enviou á ela um anel de ouro 8 quilates com um delicado rubi em forma de coração na frente. Melody o havia achado lindo, com sua delicadeza, por isso estava usando ele, ao contrário das outras jóias supercaras que sua avó havia mandado para ela que estavam em seu porta-jóias. Eram escandalosas demais para Melody.
Ela atravessou seu quarto em direção ao banheiro, onde tomou um banho demorado, usando um shampoo de uma marca que ela não conhecia, como a maioria dos produtos de beleza que o hotel havia deixado para ela usar de graça. quando finalmente terminou o banho, Melody usou o creme Victoria Secrete's muito cheiroso que estava sobre sua bancada.
Ao terminar de se secar, passar o creme, ela foi se vestir. Melody colocou uma blusa de manga comprida azul petróleo e uma calça jeans preta. Melody voltou ao banheiro e parou em frente ao espelho que ficava pendurado em cima da bancada onde estavam todas as maquiagens. Ela pegou um lápis de olho preto e passou em torno de seu olho, uma sombra da cor de sua pele, um pouco de rímel, e um batom nude. Pronto, já podia ir em direção á mais um dia ridículo onde não iria aprender nada, e sim ser humilhada. Mlody foi em direção á porta, onde pegou sua bolsa, e saiu sem olhar para trás.
Quando chamou o elevador, viu que não era a única á esperá-lo. Ah, que ótimo. Pensou ela. Era Daimen. Hoje ele estava de tênis Puma, jeans, e blusa preta, básico como sempre. Melody tentou não olhar muito em sua direção, para não parecer desesperada. Ela girou seu anel novo no deo várias vezes, se sentindo desconfortável.
Finalmente, o elevador chegou, e estava vazio. Melody entrou rapidamente, e apertou o botão do térreo. Infelizmente, eles estavam na cobertura de um prédio de 55 andares, então não seria uma viagem rápida. Ela manteve seus olhos no painel que mostrava onde eles se encontravam. Andar 54. Que diabos de demora era essa? Quando as luzes do elevador piscaram, Melody suspirou, sem acreditar em sua sorte. As luzes se apagaram de vez, e o elevador parou.
- Parece que vamos nos atrasar para a escola.- Disse Daimen
Ah, que sorte a minha.
um blog totalmente doçe, que fala sobre a pessoa que eu sou, e sobre as coisas que gosto. Sigam xD
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sábado, 10 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
Starry Night capitulo 10
Melody correu muito, mas ainda assim chegou um pouco atrasada para a aula de Física. Quando chegou a professora já estava falando e não ficou muito feliz por ter sido interrompida. Era uma mulher idosa, já de cabelos brancos, miúda em compara ção com Melody e suas pernas intermináveis e musculosas. Usava um conjunto de saia até os joelhos e blazer amarelo mostarda que, particularmente a deixava com cara de doente, sapatos horríveis pretos e brilhantes, e um medalhão redondo de ouro grande que tinha as letras CT gravadas na frente por rubis. Atrás dela, no quadro touch estava escrito Sra. Perkings em uma letra cursiva e elaborada. Ao dar uma estudada na sala, notou que todos os meninos estavam olhando com cara de bobos para ela, claramente impressionados com sua beleza. As meninas a estavam fuzilando com os olhos, o que já não a irritava mais, ela já se acostumara. O único que não estav olhando era Daimen, que parecia estar interessado demais em um livro aberto em sua mesa. Até agora, ele não dera nem uma olhada de rabo-de-olho a ela, mas ao se dirigir para o fundo da sala, ela viu que ele discretamente fazia sinal para ela sentar-se ao seu lado, onde havia uma carteira vaga, já com um livro de Física com seu nome em seu tampo. Parecia que de algum modo ele havia adivinhado que ela estava vindo.
Durante a aula, Sra. Perkings falou o tempo todo sobre o que eles iriam estudar ao longo do ano, ao que Melody nem deu atenção, devido á sua facilidade com os estudos. No meio de uma grande descrição do livo que eles teriam que ler, Daimen passou um papelzinho á ela. Melody nunca imaginou Daimen como uma pessoa que passava bilhetes durante uma explicação chata. Ela visualisava ele em um castelo medieval, como príncipe, mas não por causa dos contos de fadas, e sim pela riqueza. Apesar de seus tênnis Nike, sua calça jeans, e blusa preta lisa comum, ele fazia mais o etilo misterioso. Com certeza não o tipo jogador de futebol americano. Quando não resistiu á curiosidade e pegou o bilhete, estava escrito "Onde você estava?" em uma letra linda e caprichosa. Ela respondeu "E o que você tem a ver com isso, posso saber?" e o mandou de volta rapidamente, ansiosa para ver sua resposta. Quando o bilhete voltou, ela o pegou tentando não deixar transparecer sua ansiosidade. "Eu sou seu amigo." estava escrito. Melody pensou um pouco nisso antes de pensar em uma resposta. Amigos. Ela nunca havia pensado nessa possibilidade.
"O professor novo de Estudos Sociais me pediu para esperar um pouco, e eu esperei. Nós conversamos e ele me deu pêsames pelos meus pais. Eu não fui muito com a cara dele, mas parece que é só paranóia minnha. Ele até que era legal." Melody passou o bilhete discretamente a ele e ficou observando sua reação ao ler o bilhete. Seu rosto se escureceu um pouco um segundo depois de por os olhos na letra de Melody. Ao que parecia, ele não gostou muito da descrição de seu professor."Qual o nome dele?" Dizia o bilhete quando ela o recebeu de volta. "Sr.Lhilson" Respondeu ela. Quando ele o pegou de volta, viu o roto de Daimen virar uma cara de pura fúria. Ela nunca viu nada amis assustador do que aquilo. Ele arremessou o bilhete para a lixeira, bem na hora em que os alto-falantes começarama tocar Domino de Jessie-J , anunciando o fim da aula.
Daimen recolheu seus materiais rapidamente e correu em direção á saída. Melody se demorou o máximo possível. Ela sabia que era hora do almoço, mas ela também sabia que, por não ter amigos, e ter a impressão de que Daimen queria ficar sozinho, teria que almoçar no banheiro. De novo.
Dito e feito. O almoço todo ela ficou no banheiro, pensando como sera bom ter amigos que a ajudassem e a confortassem. Ela estava no meio de uma de suas depressões repentinas e ninguém sentiria sua falta. Quando ouviu o sinal indicando o fim do almoço, ela reuniu coragem e egoliu as lágrimas, pronta para enfrentar o mundo.
O resto das aulas passou voando. Ela deu um sorriso a Daimen e ele nem devia ter visto. quando finalmente o dia letivo acabou, ela saiu correndo para seu BMW vermelho e correu até o hotel. Apenas quando estava trancada no quarto, ela se permitiu chorar.
Durante a aula, Sra. Perkings falou o tempo todo sobre o que eles iriam estudar ao longo do ano, ao que Melody nem deu atenção, devido á sua facilidade com os estudos. No meio de uma grande descrição do livo que eles teriam que ler, Daimen passou um papelzinho á ela. Melody nunca imaginou Daimen como uma pessoa que passava bilhetes durante uma explicação chata. Ela visualisava ele em um castelo medieval, como príncipe, mas não por causa dos contos de fadas, e sim pela riqueza. Apesar de seus tênnis Nike, sua calça jeans, e blusa preta lisa comum, ele fazia mais o etilo misterioso. Com certeza não o tipo jogador de futebol americano. Quando não resistiu á curiosidade e pegou o bilhete, estava escrito "Onde você estava?" em uma letra linda e caprichosa. Ela respondeu "E o que você tem a ver com isso, posso saber?" e o mandou de volta rapidamente, ansiosa para ver sua resposta. Quando o bilhete voltou, ela o pegou tentando não deixar transparecer sua ansiosidade. "Eu sou seu amigo." estava escrito. Melody pensou um pouco nisso antes de pensar em uma resposta. Amigos. Ela nunca havia pensado nessa possibilidade.
"O professor novo de Estudos Sociais me pediu para esperar um pouco, e eu esperei. Nós conversamos e ele me deu pêsames pelos meus pais. Eu não fui muito com a cara dele, mas parece que é só paranóia minnha. Ele até que era legal." Melody passou o bilhete discretamente a ele e ficou observando sua reação ao ler o bilhete. Seu rosto se escureceu um pouco um segundo depois de por os olhos na letra de Melody. Ao que parecia, ele não gostou muito da descrição de seu professor."Qual o nome dele?" Dizia o bilhete quando ela o recebeu de volta. "Sr.Lhilson" Respondeu ela. Quando ele o pegou de volta, viu o roto de Daimen virar uma cara de pura fúria. Ela nunca viu nada amis assustador do que aquilo. Ele arremessou o bilhete para a lixeira, bem na hora em que os alto-falantes começarama tocar Domino de Jessie-J , anunciando o fim da aula.
Daimen recolheu seus materiais rapidamente e correu em direção á saída. Melody se demorou o máximo possível. Ela sabia que era hora do almoço, mas ela também sabia que, por não ter amigos, e ter a impressão de que Daimen queria ficar sozinho, teria que almoçar no banheiro. De novo.
Dito e feito. O almoço todo ela ficou no banheiro, pensando como sera bom ter amigos que a ajudassem e a confortassem. Ela estava no meio de uma de suas depressões repentinas e ninguém sentiria sua falta. Quando ouviu o sinal indicando o fim do almoço, ela reuniu coragem e egoliu as lágrimas, pronta para enfrentar o mundo.
O resto das aulas passou voando. Ela deu um sorriso a Daimen e ele nem devia ter visto. quando finalmente o dia letivo acabou, ela saiu correndo para seu BMW vermelho e correu até o hotel. Apenas quando estava trancada no quarto, ela se permitiu chorar.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Mais Disney
O Lado da Disney que Nunca Vimos...
domingo, 4 de março de 2012
Starry Night capitulo 9
- Melody achou sua sala rapidamente após ter deixado Daimen pra trás. Mas, ao tentar entrar nela, foi barrada por uma menina um pouco mais baixa do que ela, olhos castanhos, e cabelo dois tons mais escuro do que o dela. Em seu rosto estava estampado um sorriso falso e venenoso.
- Olá. Você deve ser a Melody, eu sou Evlin, e fui designada para mostrar a escola a você.
- Hum, obrigada, mas eu já vi toda a escola no site e conheço a escola como a palma da minha mão- Mentui ela. Melody se esforçou para dar um sorriso igualmente falso á Evlin. Ela tinha certeza de que não havia nenhum Comitê de Boas Vindas nesta escola.
- Ah, mas acontece que se eu não fizer o meu trabalho, eles irão me tirar dois pontos na média escolar.
- É realmente uma gentileza sua, mas...
- Escuta aqui, sua Paris Hilton Plastificada- Interrompeu Evlin.- Eu sei muito bem o que você veio fazer aqui. Você veio roubar o meu lugar, mas eu não vou deixar isso acontecer, sabe por que? Porquê eu sou a rainha deles! E sempre vou ser, não importa o que as cobras que me aparecem possam fazer.
Melody ficou morrendo de vontade de rsponder á altura para aquela louca, mas bem na hora em que estava formando uma resposta fantástica, ouviu uma voz atrás de si.
- Vocês duas podem se sentar, obrigado.
Evlin foi correndo se sentar, depois de ver quem havia dado a ordem. Como Melody estava de costas para a pessoa, ela se virou antes de obedecer.
Havia um homem alto atrás dela, provavelmente seu novo professor de Estudos Sociais, ele era loiro, tinha os olhos azuis, e o rosto era forte. Seu corpo parecia uma estátua grega, forte e muito musculoso. Ele era realmente bonito, mas não surpreendia Melody. Sua avó já havia marcado um encontro ás escuras com o Mister Universo, em seu aniversário de 13 anos, e ele sim era surpreendente. Mas, ao que parecia, as meninas de sua sala não pensavam a mesma coisa. Todas elas olhavam o professor com caras sonhadoras. vai entender , pensou Melody. Ela achava muito escroto gostar de um professor ou um cara mais velho.
Lentamente, ela se sentou em um lugar ao fundo, diferente de Evlin, que se sentou na primeira fileira da sala de aula. Tirou seu estojo e caderno da mochila preta e começou a prestar atecção no que o professor dizia. Mas só deu tempo de entender que ele queria que seus alunos o chamassem de Sr. Lhilson antes de sua mente vagar solta por aí. Melody ficou a aula inteira se perguntando como seriam seu próximos dias nessa escola/prisão pelo resto do ano. Pela milionésima vez ela se perguntou sobre como seria sua vida se seus pais não tivessem sido assasinados por algum psicopata. Ela estava montando um esquema de sua outra vida mais fácil quando foi bruscamente trazida de volta quando começou a tocar Someone Like You de Adele nos auto-falantes, o que significava o fim da aula. Melody recolheu seus materiais rapidamente e saiu em disparada para a porta, com medo de ter que confrontar Evlin de novo, quando ouviu Sr. Lhilson a chamar.
- Melody Malvin, você poderia por favor esperar um minutinho?
- Claro- Ela concordou de má vontade.
Quando estava indo em direção a mesa do professor, Melody sentiu os olhares omicidas de Evlin e suas amiguinhas clones. engraçado como ela queriam tanto uma conversa que Melody não hesitaria em trocar.
- Melody, eu queria conversar com você sobre seus pais.
Ela mal conseguiu conter um suspiro. Por quê tinha que passar pela "conversa" em todas as escolas? Ainda mais com esse professor com quem ela não foi com a cara?
- Eu sei como é isso. Perdi meus pais aos quinze anos. Eu pensava que nunca mais iria viver, e quase cheguei a tentar me matar. Então quero que você siga em frente e não deixe isso atrapalhar seus estudos. O.K?
- Está bem. Agora eu preciso ir. Obrigada pela conversa.
- E quero dizer que, se você precisar de alguém para conversar, pode sempre contar comigo.
- O.K Vou me lembrar disso.
Melody saiu praticamente correndo da sala em direção á próxima aula.
Incrível a atenção que uma garota bonita pode ter.
- Olá. Você deve ser a Melody, eu sou Evlin, e fui designada para mostrar a escola a você.
- Hum, obrigada, mas eu já vi toda a escola no site e conheço a escola como a palma da minha mão- Mentui ela. Melody se esforçou para dar um sorriso igualmente falso á Evlin. Ela tinha certeza de que não havia nenhum Comitê de Boas Vindas nesta escola.
- Ah, mas acontece que se eu não fizer o meu trabalho, eles irão me tirar dois pontos na média escolar.
- É realmente uma gentileza sua, mas...
- Escuta aqui, sua Paris Hilton Plastificada- Interrompeu Evlin.- Eu sei muito bem o que você veio fazer aqui. Você veio roubar o meu lugar, mas eu não vou deixar isso acontecer, sabe por que? Porquê eu sou a rainha deles! E sempre vou ser, não importa o que as cobras que me aparecem possam fazer.
Melody ficou morrendo de vontade de rsponder á altura para aquela louca, mas bem na hora em que estava formando uma resposta fantástica, ouviu uma voz atrás de si.
- Vocês duas podem se sentar, obrigado.
Evlin foi correndo se sentar, depois de ver quem havia dado a ordem. Como Melody estava de costas para a pessoa, ela se virou antes de obedecer.
Havia um homem alto atrás dela, provavelmente seu novo professor de Estudos Sociais, ele era loiro, tinha os olhos azuis, e o rosto era forte. Seu corpo parecia uma estátua grega, forte e muito musculoso. Ele era realmente bonito, mas não surpreendia Melody. Sua avó já havia marcado um encontro ás escuras com o Mister Universo, em seu aniversário de 13 anos, e ele sim era surpreendente. Mas, ao que parecia, as meninas de sua sala não pensavam a mesma coisa. Todas elas olhavam o professor com caras sonhadoras. vai entender , pensou Melody. Ela achava muito escroto gostar de um professor ou um cara mais velho.
Lentamente, ela se sentou em um lugar ao fundo, diferente de Evlin, que se sentou na primeira fileira da sala de aula. Tirou seu estojo e caderno da mochila preta e começou a prestar atecção no que o professor dizia. Mas só deu tempo de entender que ele queria que seus alunos o chamassem de Sr. Lhilson antes de sua mente vagar solta por aí. Melody ficou a aula inteira se perguntando como seriam seu próximos dias nessa escola/prisão pelo resto do ano. Pela milionésima vez ela se perguntou sobre como seria sua vida se seus pais não tivessem sido assasinados por algum psicopata. Ela estava montando um esquema de sua outra vida mais fácil quando foi bruscamente trazida de volta quando começou a tocar Someone Like You de Adele nos auto-falantes, o que significava o fim da aula. Melody recolheu seus materiais rapidamente e saiu em disparada para a porta, com medo de ter que confrontar Evlin de novo, quando ouviu Sr. Lhilson a chamar.
- Melody Malvin, você poderia por favor esperar um minutinho?
- Claro- Ela concordou de má vontade.
Quando estava indo em direção a mesa do professor, Melody sentiu os olhares omicidas de Evlin e suas amiguinhas clones. engraçado como ela queriam tanto uma conversa que Melody não hesitaria em trocar.
- Melody, eu queria conversar com você sobre seus pais.
Ela mal conseguiu conter um suspiro. Por quê tinha que passar pela "conversa" em todas as escolas? Ainda mais com esse professor com quem ela não foi com a cara?
- Eu sei como é isso. Perdi meus pais aos quinze anos. Eu pensava que nunca mais iria viver, e quase cheguei a tentar me matar. Então quero que você siga em frente e não deixe isso atrapalhar seus estudos. O.K?
- Está bem. Agora eu preciso ir. Obrigada pela conversa.
- E quero dizer que, se você precisar de alguém para conversar, pode sempre contar comigo.
- O.K Vou me lembrar disso.
Melody saiu praticamente correndo da sala em direção á próxima aula.
Incrível a atenção que uma garota bonita pode ter.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Starry Night Capítulo 8
Melody não sabia o que dizer a seu amigo.
- O que voçe quer saber? Eu te beijei porque Daimen estava me deixando louca, aí eu disse que tinha namorado e ele disse que não acreditava então, como voçe é meu único amogo, agora é o meu namorado de mentirinha! Tá dá!
Depois dessa resposta grosseira, Erik nem sabia mais o que fazer. Então fez o mais inteligente: Ficou de boca calada.
As semanas foram se passando e as férias já estaam acabando. Quando faltava apenas algumas horas para Erik ir embora e Melody começar seu novo ano escolar, eles estavam no aeroporto á espera do avião que levaria Erik para longe de Melody por outros quatro longos meses em que ela não teria outros amigos.
Finalmente, as portas do avião se abriram e a aeromoça saiu de dentro delas conduzindo os pasageiros para dentro dele. Erik tinha que andar logo para não perder o vôo, então a despedida deles foi bem rápida, o que deixou Melody mais magoada ainda.
- Eu te amo, amigo. Nunca se esqueça disso.
- Nunca vou esqueçer. Eu também te amo, Mel. Pode dizer a Daimen que a pista está liberada.
- Ei! Voçe está terminando comigo?- Disse ela brincando.
- Hahahahaha, vou sentir sua falta. Quem sabe algum dia talvez possamos ser mais do que amigos.
- O...- Melody mal começou a perguntar Erik já estava correndo em direção ao avião depois de murmurar um "Tchau" apressado.
Melody poderia ter ficado horas ali filosofando sobre o que acabara de acontecer, mas estava atrasada para a escola.
Ela correu apressada por entre os viajantes em direção ao estacionamento, direto para o seu B.M.W conversível vermelho-bombeiro que se destacava por entre os outros carros pretos. Quando o ganhou, melody o achou superextravagante, mas, como fora dado pela sua avó com tanto carinho e na esperança de fazê-la se sentir melhor, ela não podia simplesmente dizer que não gostou dele. Ao chegar dentro dele, ela se sentou e procurou as chaves em sua bolsa preta simples. Quando finalmente achou suas chaves, ela deu partida no carro em direção ao centro da cidade. No caminho ela pensou em Daimen. Não sabia ao certo o porque, mas pensou em Daimen. Em seus lindos olhos azuis que ás vezes ficavam meio cinzas, em seu lábios permanentemente meio rosas, na sensação deles junto aos seus...
Bi biiiii!...
Melody foi trazida de volta á realidade com uma quinada. Ela já havia chegado á escola, estava no estacionamento e o carro de trás, um B.M.W igual ao seu, só que preto, havia buzinado de lee apenas para pedir para ela andar para frente. Rapidamente, para não extressar a pessoa, ela deu marcha e entrou no estacionamento. Ele me dixa zangada até quando não está presente. Pensou ela.
Melody parou em uma vaga perto do portão para não ter que atravessar todo o estacionamento no fim desse dia que provavelmente seria péssimo. Ao sair do carro, ela olhou melhor pra lugar onde passaria o próximo ano inteiro.
O jardin que tomava praticamente todo o lugar era verdinho e liso, sem montinhos nem formigueiros, com árvores de cerejeiras em flor,e rosas brancas por todo lado, os estudantes estavam espalhados para todo lugar estudando ou brincando de brincadeiras idiotas. A escola tinha portoes de ferro brancos que lembravam á Melody uma daquelas reabilitações á que as estrelas iam por terem problemas. A construção era toda em tijolos chiques e brancos, e as salas de aula tinham iPads nas carteiras que os alunos ganhavam e depois podiam levar embora, e seriam usados como apostilas, as losas eram todas touch screem.
Melody de repente ficou sem ar e começou a respirar rápido e alto, sem querer. Sua avó deveria ter pagado uma fortuna pela mensalidade nessa escola! Ela engasgou e achou que ia morrer, até que do nada surgiram mãos fortes que a abraçaram por trás, e a prensaram em um corpo musculoso (com mais procimidade do que o necessário, na opinião dela) e começaram a fazer uma massagem em sua barriga lisa. Ela observou as mãos fazerem a massagem em movimentos circulares fortes, e aos poucos o sufoco se transformou em uma tosse bem nojenta e molhada. Ao perceber que um grupo de meninas estava olhando com inveja para ela, e depois sorrindo para um ponto acima de sua cabeça, Melody olhou para trás, afinal não tinha nada nela para invejar.
Quando viu quem era, o ar escapou de seus pulmoes de novo, então ela recomeçou a massagem em sua barriga. Não podia ser. Não podia.
Mas estava bem na sua frente, aquela boca cuja forma ela havia decorado sem querer, aqueles olhos azuis que davam a impresão de poder te puxar,e....
Nunca mais te deixar sair.
- O-oi!- Gagejou ela com falsa alegria.
- Olá. Como foi o resto das suas férias?
Subitamente, Melody se lembrou que ainda estava envolvida em seus braços. Ela saiu deles rapidamente.
- O quê voçe está fazendo aqui?
- Eu estudo aqui. E voçe também, pelo jeito.
- É...Hum, eu vou indo, vou me atrasar para a primeira aula.
- O.K Qual é a sua primeira primeira aula?
- Estudos Sociais, depois Física, Almoço, Química, Mátemática, Inglês, e, pra terminar a droga do dia, Geografia.
- Nós temos Física Qímica e Inglês em comum.
Melody ficou desapontada. Ela não queria ter nada a ver com esse menino que nem canhecia mas já tinha beijado duas vezes, mas seria bom ter alguém conhecido na escola. Pela milionésima vez ela desejou que Erik tivesse conseguido a trasnferêsncia que ele pediu assim que soube para que escola ela iria. Melody seria novamente a menina que todo mundo achava estranha e linda ao mesmo tempo. Aquela que as meninas queriam ser e os meninos queria ter. Ela decidiu que iria fazer amizade com Daimen. Ela não poderia viver sem amigos por um ano todo.
- O.K, tenho que ir, tchau. Vejo voçe Física.
Melody saiu correndo em direção á sua primeira sala de aula.
Ainda pensando naqueles olhos lindos.
- O que voçe quer saber? Eu te beijei porque Daimen estava me deixando louca, aí eu disse que tinha namorado e ele disse que não acreditava então, como voçe é meu único amogo, agora é o meu namorado de mentirinha! Tá dá!
Depois dessa resposta grosseira, Erik nem sabia mais o que fazer. Então fez o mais inteligente: Ficou de boca calada.
As semanas foram se passando e as férias já estaam acabando. Quando faltava apenas algumas horas para Erik ir embora e Melody começar seu novo ano escolar, eles estavam no aeroporto á espera do avião que levaria Erik para longe de Melody por outros quatro longos meses em que ela não teria outros amigos.
Finalmente, as portas do avião se abriram e a aeromoça saiu de dentro delas conduzindo os pasageiros para dentro dele. Erik tinha que andar logo para não perder o vôo, então a despedida deles foi bem rápida, o que deixou Melody mais magoada ainda.
- Eu te amo, amigo. Nunca se esqueça disso.
- Nunca vou esqueçer. Eu também te amo, Mel. Pode dizer a Daimen que a pista está liberada.
- Ei! Voçe está terminando comigo?- Disse ela brincando.
- Hahahahaha, vou sentir sua falta. Quem sabe algum dia talvez possamos ser mais do que amigos.
- O...- Melody mal começou a perguntar Erik já estava correndo em direção ao avião depois de murmurar um "Tchau" apressado.
Melody poderia ter ficado horas ali filosofando sobre o que acabara de acontecer, mas estava atrasada para a escola.
Ela correu apressada por entre os viajantes em direção ao estacionamento, direto para o seu B.M.W conversível vermelho-bombeiro que se destacava por entre os outros carros pretos. Quando o ganhou, melody o achou superextravagante, mas, como fora dado pela sua avó com tanto carinho e na esperança de fazê-la se sentir melhor, ela não podia simplesmente dizer que não gostou dele. Ao chegar dentro dele, ela se sentou e procurou as chaves em sua bolsa preta simples. Quando finalmente achou suas chaves, ela deu partida no carro em direção ao centro da cidade. No caminho ela pensou em Daimen. Não sabia ao certo o porque, mas pensou em Daimen. Em seus lindos olhos azuis que ás vezes ficavam meio cinzas, em seu lábios permanentemente meio rosas, na sensação deles junto aos seus...
Bi biiiii!...
Melody foi trazida de volta á realidade com uma quinada. Ela já havia chegado á escola, estava no estacionamento e o carro de trás, um B.M.W igual ao seu, só que preto, havia buzinado de lee apenas para pedir para ela andar para frente. Rapidamente, para não extressar a pessoa, ela deu marcha e entrou no estacionamento. Ele me dixa zangada até quando não está presente. Pensou ela.
Melody parou em uma vaga perto do portão para não ter que atravessar todo o estacionamento no fim desse dia que provavelmente seria péssimo. Ao sair do carro, ela olhou melhor pra lugar onde passaria o próximo ano inteiro.
O jardin que tomava praticamente todo o lugar era verdinho e liso, sem montinhos nem formigueiros, com árvores de cerejeiras em flor,e rosas brancas por todo lado, os estudantes estavam espalhados para todo lugar estudando ou brincando de brincadeiras idiotas. A escola tinha portoes de ferro brancos que lembravam á Melody uma daquelas reabilitações á que as estrelas iam por terem problemas. A construção era toda em tijolos chiques e brancos, e as salas de aula tinham iPads nas carteiras que os alunos ganhavam e depois podiam levar embora, e seriam usados como apostilas, as losas eram todas touch screem.
Melody de repente ficou sem ar e começou a respirar rápido e alto, sem querer. Sua avó deveria ter pagado uma fortuna pela mensalidade nessa escola! Ela engasgou e achou que ia morrer, até que do nada surgiram mãos fortes que a abraçaram por trás, e a prensaram em um corpo musculoso (com mais procimidade do que o necessário, na opinião dela) e começaram a fazer uma massagem em sua barriga lisa. Ela observou as mãos fazerem a massagem em movimentos circulares fortes, e aos poucos o sufoco se transformou em uma tosse bem nojenta e molhada. Ao perceber que um grupo de meninas estava olhando com inveja para ela, e depois sorrindo para um ponto acima de sua cabeça, Melody olhou para trás, afinal não tinha nada nela para invejar.
Quando viu quem era, o ar escapou de seus pulmoes de novo, então ela recomeçou a massagem em sua barriga. Não podia ser. Não podia.
Mas estava bem na sua frente, aquela boca cuja forma ela havia decorado sem querer, aqueles olhos azuis que davam a impresão de poder te puxar,e....
Nunca mais te deixar sair.
- O-oi!- Gagejou ela com falsa alegria.
- Olá. Como foi o resto das suas férias?
Subitamente, Melody se lembrou que ainda estava envolvida em seus braços. Ela saiu deles rapidamente.
- O quê voçe está fazendo aqui?
- Eu estudo aqui. E voçe também, pelo jeito.
- É...Hum, eu vou indo, vou me atrasar para a primeira aula.
- O.K Qual é a sua primeira primeira aula?
- Estudos Sociais, depois Física, Almoço, Química, Mátemática, Inglês, e, pra terminar a droga do dia, Geografia.
- Nós temos Física Qímica e Inglês em comum.
Melody ficou desapontada. Ela não queria ter nada a ver com esse menino que nem canhecia mas já tinha beijado duas vezes, mas seria bom ter alguém conhecido na escola. Pela milionésima vez ela desejou que Erik tivesse conseguido a trasnferêsncia que ele pediu assim que soube para que escola ela iria. Melody seria novamente a menina que todo mundo achava estranha e linda ao mesmo tempo. Aquela que as meninas queriam ser e os meninos queria ter. Ela decidiu que iria fazer amizade com Daimen. Ela não poderia viver sem amigos por um ano todo.
- O.K, tenho que ir, tchau. Vejo voçe Física.
Melody saiu correndo em direção á sua primeira sala de aula.
Ainda pensando naqueles olhos lindos.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Starry night Capítulo 7
Quando Melody viu, eles estavam se beijando. Ela não sabia o porquê, devia estar em um momento de fraqueza, ou sei lá o quê, mas isso era real. Assim, de repente, Melody começou a pensar de novo e viu que o que estava fazendo era uma loucura. Eles haviam acabado de se conheçer e já estavam se agarrando de novo. E também tinha Erik lá em seu lindo quarto esperando ela voltar para poder fazer um interrogatório sobre cada momento que ela estava vivenciando agora. Então, ela afastou os lábios dos de Daimen.
- Oque é?- Perguntou ele.
- Não. Não posso fazer isso.
- Porque?
- Tenho namorado- mentiu ela
- E quem é? - Ele não parecia estar preocupado.
- Por acaso é o menino que está no meu quarto esperando por mim, não que isso seja da sua conta
- Voçe não havia dito que ele era seu amigo?
- Eu menti, me prossece!
- Então está bem, volte. Não irei te impedir - Aquele tom ceticisa estava deixando ela furiosa.
- Oquê? Voçe não acredita em mim?- Ele balançou a cabeça em sinal negativo- Pois bem, eu irei provar!- Melody saiu do quarto em disparada, batendo a porta atrás de si. Ela nem precisou olhar para tás para saber que Daimen a estava seguindo.
Quando finalmente ele chegaram á porta do quarto dela, sem hesitar, Melody entrou bruscamente.
Ao ver os dois fazendo aquela entrada dramática e a expressão furiosa no rosto de Melody, Erik ficou muito confuso, afinal eles não havia ido ao quarto de Daimen conversar? Quando ela atravessou o quarto agressivamente em sua direção, ele não pode deixar de sentir um pouco de medo. Com seus cabelos loiros longos e esvoaçantes, pele de porcelana, e olhos verdes brilhantes, Melody parecia uma deusa vingadora.
Quando finalmente Melody conseguiu atravessar o quarto imenso em direção a Erik, a emoção do momento já havia passado, mas era tarde demais para recuar. Assim, como ele estava com chão em seu tapate de urso polar na frente da cama, Melody o puxou de uma forma não muito delicada pela gola da camisa, para cima, e, quando ele estava em pé, ela o deu um beijo brusco na boca. Erik se deixou levar pelo momento e, ao sentir a leve pressão dos dedos de Melody em seu peito, ele se deixou empurrar para trás. eles ficaram deitados se beijando até que ela levantou a cabeça e olhou por cima de seu próprio ombro, para onde segundos atrás estava Daimen. Ao ver que ele havia ido embora, Melody saiu de cima de Erik e se sentou na cama.
- Explique - Foi tudo o que ele disse.
Que bela forma de encobrir seus sentimentos!
- Oque é?- Perguntou ele.
- Não. Não posso fazer isso.
- Porque?
- Tenho namorado- mentiu ela
- E quem é? - Ele não parecia estar preocupado.
- Por acaso é o menino que está no meu quarto esperando por mim, não que isso seja da sua conta
- Voçe não havia dito que ele era seu amigo?
- Eu menti, me prossece!
- Então está bem, volte. Não irei te impedir - Aquele tom ceticisa estava deixando ela furiosa.
- Oquê? Voçe não acredita em mim?- Ele balançou a cabeça em sinal negativo- Pois bem, eu irei provar!- Melody saiu do quarto em disparada, batendo a porta atrás de si. Ela nem precisou olhar para tás para saber que Daimen a estava seguindo.
Quando finalmente ele chegaram á porta do quarto dela, sem hesitar, Melody entrou bruscamente.
Ao ver os dois fazendo aquela entrada dramática e a expressão furiosa no rosto de Melody, Erik ficou muito confuso, afinal eles não havia ido ao quarto de Daimen conversar? Quando ela atravessou o quarto agressivamente em sua direção, ele não pode deixar de sentir um pouco de medo. Com seus cabelos loiros longos e esvoaçantes, pele de porcelana, e olhos verdes brilhantes, Melody parecia uma deusa vingadora.
Quando finalmente Melody conseguiu atravessar o quarto imenso em direção a Erik, a emoção do momento já havia passado, mas era tarde demais para recuar. Assim, como ele estava com chão em seu tapate de urso polar na frente da cama, Melody o puxou de uma forma não muito delicada pela gola da camisa, para cima, e, quando ele estava em pé, ela o deu um beijo brusco na boca. Erik se deixou levar pelo momento e, ao sentir a leve pressão dos dedos de Melody em seu peito, ele se deixou empurrar para trás. eles ficaram deitados se beijando até que ela levantou a cabeça e olhou por cima de seu próprio ombro, para onde segundos atrás estava Daimen. Ao ver que ele havia ido embora, Melody saiu de cima de Erik e se sentou na cama.
- Explique - Foi tudo o que ele disse.
Que bela forma de encobrir seus sentimentos!
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Starry night capitulo 6
- Voçe está bem?- Daimen perguntou.
- Sim, estou. Agora, pode me dizer o porquê de voçe ter praticamente me trazido no colo para cá?
- Bem, é uma razão complicada, uma longa história.
- Eu tenho tempo.
- É dificil de explicar.
- O.K, então, o que voçe quer?
- Quero saber por onde voçe andou durante a sua vida.
- E porque eu contaria a voçe sobre a minha vida? Eu não o conheco dierito! A não ser que aquele episódio do elevador tenha sido um encontro da amizade.
- É... eu praticamente sinto como se conhecesse voçe.
- Acho que se voçe me conhece, não preciso falar nada.
- Mas e se eu pedir por favor?
- Não.
- Por favor?
- Não
- Por favor?
- Não
- Por favor?
- Ah! Tá, mas só por que voçe é irritante! O.K, bem, eu tive uma infância linda, era rica, bonita, e, principalmente, feliz. Mas tudo acabou quando eu fiz oito anos. Era a minha festa de aniversário, e eu tinha pedido um maldito cavalo de presente! Acho que eu tinha visto um desenho na tevê, ou alguma coisa assim, mas u estava nessa fase de quem quer tudo o que vê, essas coisas de crianças. Eu havia pedido para a minha mãe me dar um três meses atrás, e ela tinha dito que ia pensar. Quando ela disse que tinha decidido comprar um pra mim... bem, eu fiquei eufórica e começei a contar os dias para chegas o dia 22 de abril, meu aniversário. Adorava perguntar para ela se ela ia comprar um cavalo mesmo e ouvir um lindo sim! Estava feliz. E mais feliz ainda no dia 21, quando ela disse que estava saindo com o meu pai para os estábulos para pesquisar os preços, e ai, no dia seguinte, meu aniversário, a gente iacomprar e levar para casa um deles. Acontece que isso nunca aconteceu.
- O que aconteceu?
- Eles nunca voltaram. Quando estavam voltando para casa, foram assasinados de forma brutal. Quando os encontraram, eles estavam sem boca, orelhas, e nariz, esses estavam largados ao seu lado, sujos de sangue e picotados. Suas cabeças estavam postadas ao lado do corpo, e as mãos, os braços, as pernas, e os pés jaziam jogados por todo lado.
- Meus pêsames, deve ser horrível- A voz de Daimen estava deprovida de emoção, como se ele estivesse há dois mil quilometros de distância.
- Eu queria saber quem faria esta coisa tão bárbara com algum ser vivo! É tão revoltante saber que eles eram pessoas tão boas que foram matadas por bárbaros idiotas!
- Eu sei que é revoltante, mas o mundo é assim, não podemos mdar nada.
- Então não quero viver nesse mundo horrível! Quero que tudo se dane!
Damien estava empé durante toda a hirtória e o disscurso, mas quando viu que ela estava começando a chorar, foi rapidamente a seu encontro na cama e pegou a lágrima que estava começando a escorrer em sua bochecha. Ao fazer isso, seus lábios se encontraram e eles se beijaram amorosamente.
- Sim, estou. Agora, pode me dizer o porquê de voçe ter praticamente me trazido no colo para cá?
- Bem, é uma razão complicada, uma longa história.
- Eu tenho tempo.
- É dificil de explicar.
- O.K, então, o que voçe quer?
- Quero saber por onde voçe andou durante a sua vida.
- E porque eu contaria a voçe sobre a minha vida? Eu não o conheco dierito! A não ser que aquele episódio do elevador tenha sido um encontro da amizade.
- É... eu praticamente sinto como se conhecesse voçe.
- Acho que se voçe me conhece, não preciso falar nada.
- Mas e se eu pedir por favor?
- Não.
- Por favor?
- Não
- Por favor?
- Não
- Por favor?
- Ah! Tá, mas só por que voçe é irritante! O.K, bem, eu tive uma infância linda, era rica, bonita, e, principalmente, feliz. Mas tudo acabou quando eu fiz oito anos. Era a minha festa de aniversário, e eu tinha pedido um maldito cavalo de presente! Acho que eu tinha visto um desenho na tevê, ou alguma coisa assim, mas u estava nessa fase de quem quer tudo o que vê, essas coisas de crianças. Eu havia pedido para a minha mãe me dar um três meses atrás, e ela tinha dito que ia pensar. Quando ela disse que tinha decidido comprar um pra mim... bem, eu fiquei eufórica e começei a contar os dias para chegas o dia 22 de abril, meu aniversário. Adorava perguntar para ela se ela ia comprar um cavalo mesmo e ouvir um lindo sim! Estava feliz. E mais feliz ainda no dia 21, quando ela disse que estava saindo com o meu pai para os estábulos para pesquisar os preços, e ai, no dia seguinte, meu aniversário, a gente iacomprar e levar para casa um deles. Acontece que isso nunca aconteceu.
- O que aconteceu?
- Eles nunca voltaram. Quando estavam voltando para casa, foram assasinados de forma brutal. Quando os encontraram, eles estavam sem boca, orelhas, e nariz, esses estavam largados ao seu lado, sujos de sangue e picotados. Suas cabeças estavam postadas ao lado do corpo, e as mãos, os braços, as pernas, e os pés jaziam jogados por todo lado.
- Meus pêsames, deve ser horrível- A voz de Daimen estava deprovida de emoção, como se ele estivesse há dois mil quilometros de distância.
- Eu queria saber quem faria esta coisa tão bárbara com algum ser vivo! É tão revoltante saber que eles eram pessoas tão boas que foram matadas por bárbaros idiotas!
- Eu sei que é revoltante, mas o mundo é assim, não podemos mdar nada.
- Então não quero viver nesse mundo horrível! Quero que tudo se dane!
Damien estava empé durante toda a hirtória e o disscurso, mas quando viu que ela estava começando a chorar, foi rapidamente a seu encontro na cama e pegou a lágrima que estava começando a escorrer em sua bochecha. Ao fazer isso, seus lábios se encontraram e eles se beijaram amorosamente.
Continuação: Os estilos que uma garota pode ter, ou alguma coisa assim...
Patttys:
Eu não encontrei uma definição de patty. Quando u pesquisei no Google, sóapareceu blog. E eu sabia que se eu clicasse em alguma coisa só iam aparecer coisas tipo: "ser patty é um estilo de vida que é fofo, lindo, rosa, e, principlmente patty!!!", e eu não quero falar dessas coisas melosas.
O jeito é improvisar. Para mim, pattys são meninas que amam rosa do fundo do coração, e amam o Robert Pattinsom, quando na verdade, o Taylor Lautner é beeeeeeeeeeeeem mais lindo. Eu não as critico, até porque, uma das minhas melhores amigas é patty de coração. Acho que as pattys têm um coração mole e que sempre se abre para um novo amor, e tenho a impresão de que elas não tem dificuldade em arrumar um belo namorado. Podem pesquisar! Elas amam ursinhos, rosa, e arco-ìris!
Me lembrou Pôneis Malditos!
Eu, com toda certeza, não sou patty! Fala sério, essa menina da foto abaixo vai quebrar a coluna se inclinar mais para a esquerda!!

Hippies:
Os "hippies" (no singular, hippie) eram parte do movimento de contracultura dos anos 1960 tendo relativa queda de popularidade nos anos 1970 nos EUA, embora tenha tido muita força em países como o Brasil somente na década de 1970.
Eu não sei se eles ainda existem, mais se existem, eles são fedidos (sem ofensas) usam coisas natrais, e, é claro, são vegetarianos!

Naturais:
E o que eu sou!!!!!!1
são pessoas que têm sua própria beleza. Não usamos maquiagem, nem jóias extravagantes, como algumas meninas da minh sala, mas mesmo assim somos bonitos do nosso jeito!!!!
Sei que a mairia de voçes vai se identificar com essa tribo, que, na minha opinião é melhor!

Excluídos:
O próprio nome já diz: são pessoas que acham que o mundo é um mar de desilusão, tristeza, e morte.
Eles não tem nenhum amigo, poque... bem, voçe seria amigo de uma pessoa assim?

Rocks:
Eles são as pessoas que não são pisadas, elas pisam. Eu gostaria de ser dessa tribo, mas eu já tentei e não deu certo. As roupas deles são pretas, pesadas, couro, botas de combate, maquiagem preta, etc.
Mas eles também tem uma certa atitude de "não tô nem aí!" que é característico deles
Eu não encontrei uma definição de patty. Quando u pesquisei no Google, sóapareceu blog. E eu sabia que se eu clicasse em alguma coisa só iam aparecer coisas tipo: "ser patty é um estilo de vida que é fofo, lindo, rosa, e, principlmente patty!!!", e eu não quero falar dessas coisas melosas.
O jeito é improvisar. Para mim, pattys são meninas que amam rosa do fundo do coração, e amam o Robert Pattinsom, quando na verdade, o Taylor Lautner é beeeeeeeeeeeeem mais lindo. Eu não as critico, até porque, uma das minhas melhores amigas é patty de coração. Acho que as pattys têm um coração mole e que sempre se abre para um novo amor, e tenho a impresão de que elas não tem dificuldade em arrumar um belo namorado. Podem pesquisar! Elas amam ursinhos, rosa, e arco-ìris!
Me lembrou Pôneis Malditos!
Eu, com toda certeza, não sou patty! Fala sério, essa menina da foto abaixo vai quebrar a coluna se inclinar mais para a esquerda!!
Hippies:
Os "hippies" (no singular, hippie) eram parte do movimento de contracultura dos anos 1960 tendo relativa queda de popularidade nos anos 1970 nos EUA, embora tenha tido muita força em países como o Brasil somente na década de 1970.
Eu não sei se eles ainda existem, mais se existem, eles são fedidos (sem ofensas) usam coisas natrais, e, é claro, são vegetarianos!
Naturais:
E o que eu sou!!!!!!1
são pessoas que têm sua própria beleza. Não usamos maquiagem, nem jóias extravagantes, como algumas meninas da minh sala, mas mesmo assim somos bonitos do nosso jeito!!!!
Sei que a mairia de voçes vai se identificar com essa tribo, que, na minha opinião é melhor!
Excluídos:
O próprio nome já diz: são pessoas que acham que o mundo é um mar de desilusão, tristeza, e morte.
Eles não tem nenhum amigo, poque... bem, voçe seria amigo de uma pessoa assim?
Rocks:
Eles são as pessoas que não são pisadas, elas pisam. Eu gostaria de ser dessa tribo, mas eu já tentei e não deu certo. As roupas deles são pretas, pesadas, couro, botas de combate, maquiagem preta, etc.
Mas eles também tem uma certa atitude de "não tô nem aí!" que é característico deles
Os diferentes estilos que uma garota pode ter
Eu sempre quis saber qual era o meu estilo.
Uma menina algum dia de sua vida vai ter que decidir o que ela quer ser, existem muitos estilos: Góticos, pattys, certinhos, naturais, hippies, punks, rocks, excluidos, entre outros de que nós nem descomfiamos.
Algum dia da sua vida voçe já teve um amigo (a) de infância, e, comforme voçes foram crescendo, foram se distancinado?
pois é, isso já aconteceu 5 vezes comigo. 5 vezes!!
tenho certeza que com voçes foram menos vezes. Eu já fui: Excluída, gótica, patty, e natural. Quero tentar ser rock! Eu procurei algumas definições de algumas tribos para voçes, vale lembrar que eu dei algumas mudadas em coisas chatas. Divirtam-se!:
Góticos:
A definição de góticos da Wikipédia é: "A subcultura gótica (chamada de Dark no início dos anos oitenta apenas no Brasil) é uma cultura que teve início no Reino Unido durante o final da década de 1970 e início da década de 1980, derivado também do gênero pós-punk. A subcultura gótica abrange um estilo de vida, estando ela associada diretamente a musica Darkwave/Gothic Rock, Pós Punk, Ethereal Wave, a estética (visual, moda e vestuário) com maquiagem e penteados alternativos (cabelos desfiados, desarrumados e desgrenhados) e uma certa bagagem filosófica e literária. A música se volta para temas que glamorizam a decadência, o niilismo, o hedonismo e o lado sombrio. A estética sombria se traduz na combinação de vestuário, desde death rock, punk, renascentista e moda vitoriana essencialmente baseados no Preto, em algumas vezes com adições lilas, roxo, carmesim. "
Como eu sei que algumas pessoas são preguiçosas como eu, vou resumir: Os góticos usam roupas bem pretas, roxas e escuras em geral, têm cabelos lambidos e desfiacos, e são sinistros
Bom, eu acho que eles são maneiros e gostaria de ser gótica, deve ser legal...

Uma menina algum dia de sua vida vai ter que decidir o que ela quer ser, existem muitos estilos: Góticos, pattys, certinhos, naturais, hippies, punks, rocks, excluidos, entre outros de que nós nem descomfiamos.
Algum dia da sua vida voçe já teve um amigo (a) de infância, e, comforme voçes foram crescendo, foram se distancinado?
pois é, isso já aconteceu 5 vezes comigo. 5 vezes!!
tenho certeza que com voçes foram menos vezes. Eu já fui: Excluída, gótica, patty, e natural. Quero tentar ser rock! Eu procurei algumas definições de algumas tribos para voçes, vale lembrar que eu dei algumas mudadas em coisas chatas. Divirtam-se!:
Góticos:
A definição de góticos da Wikipédia é: "A subcultura gótica (chamada de Dark no início dos anos oitenta apenas no Brasil) é uma cultura que teve início no Reino Unido durante o final da década de 1970 e início da década de 1980, derivado também do gênero pós-punk. A subcultura gótica abrange um estilo de vida, estando ela associada diretamente a musica Darkwave/Gothic Rock, Pós Punk, Ethereal Wave, a estética (visual, moda e vestuário) com maquiagem e penteados alternativos (cabelos desfiados, desarrumados e desgrenhados) e uma certa bagagem filosófica e literária. A música se volta para temas que glamorizam a decadência, o niilismo, o hedonismo e o lado sombrio. A estética sombria se traduz na combinação de vestuário, desde death rock, punk, renascentista e moda vitoriana essencialmente baseados no Preto, em algumas vezes com adições lilas, roxo, carmesim. "
Como eu sei que algumas pessoas são preguiçosas como eu, vou resumir: Os góticos usam roupas bem pretas, roxas e escuras em geral, têm cabelos lambidos e desfiacos, e são sinistros
Bom, eu acho que eles são maneiros e gostaria de ser gótica, deve ser legal...
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